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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Domingo por estas bandas (não sonoras) ...

Hoje foi dia de matar fantasmas, percebendo que eles não existem …

Mas também tendo a certeza que daqui a uns tempos incertos esses mesmos fantasmas vão voltar. Vão regressar do outro mundo com todas as suas forças, medos e vigores, vão-me assustar, vão despertar as minhas fragilidades mais ténues e os meus temores mais escondidos, vão-se alojar no meu amago e por lá fazer uns estragos.

Irei então, depois de passar alguns dias triste e cabisbaixa, lembrar-me que só falando dos fantasmas com os fantasmas eles voltaram a partir e que na próxima visita, os mesmos estarão mais frouxos e eu mais robusta, ate ao dia em que não regressam, não deixando memória nem recordação que um dia por aqui fizeram estragos …  

Hoje também foi dia de ouvir estórias que não têm tempo e só por si são intemporais …

Menino que nada às costas do pai, é menino feliz seja em que tempo for, essa felicidade prolonga-se por entre as adições dos minutos as multiplicações dos dias e acessão das estações, ate chegar a mim, não encontrando pelo caminho nenhuma fórmula matemática onde se encaixar. São as leis do amor que resgatam essa bem-aventurança colocando-a num aqui e num agora permanente. Onde tudo existe em simultâneo tendo eu o privilégio de ser observadora atenta desta coisa mágica chamada AMOR.