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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Morrer de amor ...

Morrer de amor é pouco ...

Hoje por pouco não rebentei de amor ... Já não tinha onde guardar tanto amor :

 Era ele a ser empurrado para dentro dos bolsos , ele a transbordar em cada palavra que dizia, era ele a sair pelos olhos e pelo nariz por cada célula minúscula do corpo ... (atenção minúscula…)

Era uma estado de felicidade tal que metia nojo para quem olhava para mim!!!

Realmente, em tempo de crise como é que alguém pode estar feliz ... (perguntavam os abelhudos labregos que por mim passavam )

(ainda dizem que não se morre de amor, pois não, “tasse” mesmo a ver que não!!!

Pois não se morre: rebentamos)

E agora dêem-me licença pois apetece-me rebentar (só um bocadinho) de amor …  claroooooooooo !!!