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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

sobre o dia de hoje

“(...) o medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte, vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeriu o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas (...) há neste mundo mais medo de coisas más que coisas más propriamente ditas (...) para fabricar armas é necessário fabricar inimigos, para produzir inimigos é imperioso inventar fantasmas (…) em pleno século XXI um de cada seis seres humanos passa fome, o custo para superar a fome mundial seria uma fracção muita pequena do que se gasta em armamento, a fome será sem dúvida a maior forma de insegurança do nosso tempo (…) há quem tenha medo que o medo acabe.

Mia Couto


Quando penso em revoluções, Nelson Mandela surge em grande plano nos meus pensamentos.Manifestações são atos fora de nos, a liberdade ( a verdadeira e única liberdade) está dentro de cada um, e está lá no fundo bem fundo de cada ser. É preciso muita coragem para a ir buscar, porque a partir dai, somos responsáveis pelas nossas ações, pelas nossas atitudes, e tal dá um intenso trabalho, porque é sempre mais fácil culpar o outro pelas nossas "desgraças"

Esta "cena" de sair para a rua serve para mostrar "eu estou aqui". Tal como um bebe quando chora por atenção, se é importante? Claro que sim, importantíssimo tal como o bebe, também nos em protestos marcarmos a nossa posição no mundo, reflete o eu penso isto e eu sou isto. Mas só quem é realmente livre pode defender esta posição de liberdade...

Tu dizes muitas vezes que o medo é o contrario de amor, não sei, o medo será mais o opositor da liberdade, contudo, liberdade é amor!!!  Hummm, melhor parar por aqui ... ainda é cedo para filosofias e o dia hoje é grande.


 

 Mas hoje é igualmente dia de luta e quando mais logo estiver nas ruas irei gritar tanto que a minha voz irá fazer parte das estórias da Lisboa menina e moça que vê estas coisas de gentes com a naturalidade habitual das grandes cidades míticas.

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