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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Feriado o quanto tu me obrigas …

 

Obrigas sem duvida a parar e só por isso eu agradeço …

A pouco menos de dez minutos estava eu semi-deitada/sentada na varanda a ler quando me preceituaram a sair!!! O sol estava radioso, acariciava-me a pele tranquilamente ou contrario da brisa outonal, bruta e rude invejosa deste namoro entre mim e quentinho de um sol orgulhoso que teima em ficar só mais um pouco !!! (ainda bem que assim o faz)

Como gosto desta personificação da preguiça que o fim de semana e os feriados incutem em mim. Gosto de me deixar ficar, aqui ou ali acompanhada somente pelas personagens de um livro ás quais dou vida em cada frase, em cada paragrafo, em cada nova acção lida!!!

Deixei a varanda, não me despedi do sol … (gosto demasiado dele para fazer tal coisa)

Enrolada em mantas e camisas de lã voltei para casa, fundi-me com a velha poltrona preta á qual já lhe falta um braço e dou continuidade a uma viagem brutal neste romance histórico – A catedral do mar !!!

Existem livros bonitos arrumados e pacíficos, depois existem todos os outros que remexem as minhas entranhas, as fazem revirar e retorcer que me obrigam a não parar, a interrogar, a questionar inevitavelmente a compreender algumas razões ate aqui desfocadas, que alimentam o meu apetite pessoal por história que me resgatam dos livros cor de rosa (com todo o respeito pelos menos) e me entregam ao mundo …

liberdade é pouco, o que desejo ainda não tem nome

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