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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

reflexões de um sábado de verão de são martinho ...

Acreditar que só nos libertando do ego podemos alcançar a paz,

E só este pequeno ponto que parece insignificativo, deverá ser a motivação suficiente para enfrentar está dádiva de confronto entre o nosso ser e esse ego que tem a mania que manda.

Nunca foi tão forte a construção da minha realidade como é hoje, aqui e agora.

Nunca me senti tão ligada ao universo como neste momento, sem precisar de artefactos para ser feliz ou para justificar o meu caminho.

Nunca a vida irrompeu em mim como hoje, como um sopro celeste que me invade por inteiro deixando-me desarmada perante a maravilhosa experiência de estar viva, de acreditar, de deixar que cada raio de sol me toque com a subtileza natural de tudo o que é divino.

O ego, esse desventurado, esconde-se perante este manifesto de felicidade. Quando o silêncio nos invade, quando o outono nos toca, quando a lucidez nos contempla, o ego foge para longe. Foge para o lugar onde deveria sempre estar: distante de nós.

 

 

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