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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Ali no Porto ...

Do Porto para além das imagens,

Trago os sonhos renovados,

Trago a certeza do que sou,

E trago os amigos (re) encontrados.  

Trago as ruas da ribeira, os moços a banhos

E os fantasmas que passeiam alegremente pelas pedras da calçada, marcadas pelas histórias de tempos antigos.

Trago os silêncios de livrarias para lá de centenárias cobertas de pó.

Trago também embrulhado em papel colorido as palavras de alguém que á muito aprendi a admirar.

Foi inaceitável não o ter devorado por inteiro – tamanha era a sede do “ quase romance”

“Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer”.

Como? Como seria (im) possível o ter deixado lá? Como seria (im) possível não o pegar?

Do Porto trago ainda mais de três dezenas de risos …

Esses servem para ecoar no tempo e no espaço – Como eu gosto de estar viva!

 

 

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