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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

lá por terras a norte

Podem os ventos mudar e as rotinas viram-se de cabeça para baixo.

Pode o mundo acontecer a passo largo ou seguir o ritmo do caracol e pode tudo o que tiver que acontecer, acontecer mesmo, que por aqui a alma mantêm-se em paz, em felicidade e em alegria.

Como me disse hoje uma amiga “nunca fui tão feliz como sou hoje no meio desta tempestade” …

Percebo-a tão bem... !!! Tudo acontece dentro de nos, e o modo como nos sentimos é da nossa responsabilidade. Assim como ela, também eu escolhi há muito ser feliz, e é uma escolha que mantenho-a diariamente entre as tais voltas e reviravoltas do mundo.

Os últimos dias foram passados em terras do norte, lá muito para cima onde nos diz a história que nasceu Portugal. E se a história esta correcta, Portugal nasceu numa cidade linda, entrelaçada por ruas antigas, belas e harmoniosas sem perder as características únicas de cidade berço da nação.  

Que bem que me sabe, ser feliz...

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fazer o que se gosta ...

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Gosto deste fazer que me oferece de presente uma alegria plena e tranquila, sem exageros da realidade onde se não tivermos atentos impera mais o ego do que a alma…

 

Efectivamente, quando fazemos aquilo que gostamos não existe tempo nem preocupações.

 

Existe sim, um encadeamento de sucessivas ideias que se desenrolam em prefeita harmonia com o nosso ser.

 

O resultado, isso depois logo de vê por agora é o prazer de ser, de acontecer, de amar o aqui e o agora.

 

As coisas que eu sei ...

Não sei das leis da natureza nem das físicas e nem tão pouco das químicas …

Desconheço por completo as teorias que fazem o mundo avançar e as matemáticas que se tornam normas que regem as disciplinas que nos são sujeitas.

Todo isso para mim é-me estranho, sabendo que apesar desta minha estranheza tais aplicações científicas são fundamentais para o funcionamento da vida. A culpa deste facto é dos livros, mais precisamente da poesia que me conquistou desde de cedo. Sempre fui mais apegadas as palavras do que aos números, por isso declamo poemas de trás para a frente e da frente para trás enquanto salto ao pé-coxinho enquanto com as tabuadas nem com os dois olhos abertos as consigo saber.

As minhas leis são de outra origem, tem outra fonte de nascimento e procuram caminhos mais ligados ao coração do que à razão. Que me desculpei os catedráticos, e os doutores de bata branca, por aqui habita uma ciência mais de conexão de mim com o mundo e do mundo comigo. E se as vezes ando meio confusa neste meu universo íntimo é culpa dos astros e dos comentas que passam sem avisar deixando tudo e todos em alvoroço.

A verdade é que já vi números salvar muitas vidas, mas também é tão verdade já vi poesia salvar muitas almas …