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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

30º e 31º dia(s) - quarentena da gratidão

Um dia que começou ontem, acabou hoje, e como tal  aqui se unem num acto de felicidade e (claro) de gratidão...

Grata, ao crescimento (gigante) com o qual fui presenteada, nunca ninguém disse que seria fácil, somente que valeria muitíssimo ...

Grata, ao namoro que se prolongou por horas eternas sem tempo nem espaço na companhia dos amigos e do amigo (sempre especial) 

 

 (#‎quarentenadegratidão‬)  

 

28º dia - quarentena da gratidão

A gratidão é algo que brota em nos de uma forma muito simples e natural …

Ao longo destes dias em que a gratidão se espalha por entre os acontecimentos grandes e os acontecimentos mais pequenos, em que essa mesma gratidão se estende pelas coisas boas do dia-a-dia e pelas coisas menos mais chatas que me tenho sentido mais solta, mais livre e mais em paz, comigo e com os outros.

Esta gratidão diária, mostra-me o tão bom que é viver o aqui e o agora, o tão importante que são todos os acontecimentos que vão surgindo no decorrer do dia-a-dia, faz-me encara-los com tranquilidade e serenidade-

Hoje estou grata por ter tido oportunidade de ajudar quem durante muito tempo me ajudou …

O coração abrir-se e as lembranças remexeram-se! Efetivamente, temos que ser a mudança que desejamos ver no mundo.

 

 (#‎quarentenadegratidão‬

25º dia - quarentena da gratidão

Grata, pelo dia bom (bom, bom e bom) que hoje tive ...

Pela simplicidade das palavras e dos atos, pela simpatia da chuva matinal que me tocou levemente e pela delicadeza com que os últimos raios de sol me presenciaram ao final do dia.

O dia foi fabuloso, entre conversas amigas e sorrisos espalhados por quem por mim passava.

A vida tem destas coisas, às quais não me canso de agradecer e de admirar. Depois de uma semana de pescoço torto e andar marreca, hoje acordei direita de alma limpa e corpo revitalizado. Que bom que foi receber esta dadiva da cura …

Agradeço também ter dito forças para me desapegar de um livro. Quem que me conhece sabe o quando eu sou apegada (especialmente) aos meus livros. Todavia, também quem me conhece sabe que nesta fase da minha vida, estou a cuidar de vários pontos do meu Eu. Trabalhar o desapego é um desses pontos que me esta a dar um gozo bestial. Passo a passo, em bico de pés (para não fazer barulho) lá vou desapegando-me dos objetos e com eles de alguns sentimentos ganhando com isso novas emoções. Comprar um livro, lê-lo e depois solta-lo, respirar fundo, e continuar em frente, tem sido este o meu processo, dando assim espaço para que outro livro possa chegar…  

Neste regime de trocas de livros, o mais engraçado é saber que alguém vai ler um livro que deseja, vai conhecer as mesmas personagens, vai saber coisas que eu já sei e que quero muito partilhar porque a verdade, é que é muito bom partilhar…

“Quem parte e reparte fica sempre com a melhor parte”

Para terminar, hoje quando cheguei a casa tinha um livro à minha espera!

E o dia ficou mais feliz …

 

(#‎quarentenadegratidão‬

24º dia - quarentena da gratidão

No ultimo minuto do dia venho a correr ate aqui para agradecer o amor que hoje recebi ...

Grata, à possibilidade de estar a caminhar de uma forma consciente nesta aventura da descoberta soberba de quem eu sou, longe dos holofotes e dos palcos, somente eu umas letras, uns livros e umas partilhas ...

Assim vou andando, e vou muito bem ...

Grata

 

(#‎quarentenadegratidão‬

20º dia - quarentena da gratidão

Quando nos parecer que todos os dias são iguais, temos de iniciar uma quarentena de gratidão para então percebermos que todos os dias são realmente iguais; iguais na alegria de viver, na satisfação de contemplar os momentos pequenos e os momentos grandes (sejam eles bons ou menos bons). Mas são (sem duvida algumas) estes momentos que nos dão sossego, confiança e tranquilidade para continuarmos a andar, passo apos passo, caminhando em frente, radiante e bem-aventurada pela vida.

Hoje agradeço a uma conversa matinal onde me senti plenamente uma cidadã do mundo. este mundo gigante que quando é encarado de frente  fica no tamanho de uma ervilha.

Agradeço a companhia de amigas muitíssimo queridas ao almoço. Amigas que amo e a quem desejo o melhor do melhor. Agradeço ter oportunidade de as ver felizes nos seus projetos e de ser merecedora de os conhecer.

Agradeço ao livro “o mistério da estrada de Sintra” que estava à minha espera quando cheguei a casa.

Agradeço ao mimo que recebi hoje desde de manhã ate agora.

Que a vida aconteça assim, sem pressas e sem egos com poucas incertezas e algumas certezas …

 

(#‎quarentenadegratidão‬

19º dia - quarentena da gratidão

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 O dia de hoje foi cheio de boas partilha, esta é uma delas...

É tão bom deixarmo-nos surpreender por novos conhecimentos, abrir as portas do coração para então a luz entrar por ele a dentro, tomando conta de cada canto deste meu ser que não se cansa de amar, de acreditar, de sorrir mesmo quando o dia é de tempestade lá fora. 

 

A gratidão começou antes de o dia (oficialmente) se iniciar, um banho de reiki  chegou a mim, deixando-me serena e calma, deitando assim, fora as terríveis dores no pescoço que me habitavam havia já dois dias

 

Senti-me debaixo de uma cascata de amor e de uma luz imensa que me deu energia e força …

 

Enquanto o dia esta a terminar, e o pijama se preparava para entrar em cena recebo esta mensagem:

 

“Olá Ana! claro que me lembro e nunca me hei de esquecer de ti”

 

A Helena tem 14 anos, conquistou-me quando era do tamanho de uma ervilha, o tempo e a vida com as suas voltas afastaram-nos e hoje recebo esta mensagem …

 

Uauuuu, Grata (muitas vezes por muitos motivos)

 

(#‎quarentenadegratidão‬

16º dia - quarentena da gratidão

Grata, pelo dia bom que tive! Por aprender coisas novas relembrando-me do caminho que faço segue o meu coração.

Gostei do passeio, gostei (e gosto)  da companhia, gostei (e gosto) das conversas e da troca de mimos..

E agora que escrevo, me parecem (como sempre) ter sido tão poucos (os mimos) comparado com o imenso amor que habita em mim, que salta e rodopia numa dança à qual toda a vida se junta a celebrar ...

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 (#‎quarentenadegratidão‬)

 

 

14º dia - quarentena da gratidão

Numa continuidade de ontem onde não me apercebi de haver distanciamentos, sonos ou atalhos, estou grata à vida e a imensa liberdade que habita em mim. Durante tempos infinitos resisti (nem sempre com o estilo devido) àqueles que insistiam na captura da minha alma, dos meus sonhos, das minhas vontades e da minha ação enquanto ser único e individual que sou (que ao fim ao cabo (como diz o povo) que somos todos) Acabei por lançar os grilhões dourados de uma segurança ilusória ao mar e dedicar-me à minha companhia a tempo inteiro. E se hoje me partilho e me dou, faço-o com esse sentido de liberdade vivo em mim abrindo todas as possibilidades de experiências à minha vontade  

 

Bem-dita sejas tu liberdade que habitas em mim …

  (#‎quarentenadegratidão‬)

 

12º dia - quarentena da gratidão

Grata por hoje quando sai à rua ter sido brindada com um imenso arco-íris, com as suas sete cores bem definas e brilhantes ...

Grata porque enquanto andava atrás do tempo para não chegar atrasada ao colégio ter recebido o presente bom de ver um coração no chão. Grata  por ter parado, por ter respirado fundo e ter a certeza que tudo vai correr bem ...

Existe sempre esta força grande que me rodeia que me faz aceitar a vida tal como ela é e ao mesmo tempo me faz questionar e me revoltar com essa mesma vida. Desta ambiguidade nasce a minha evolução, enquanto pessoa, enquanto mulher, enquanto ser de luz, enquanto por aqui estiver.

 

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  (#‎quarentenadegratidão‬)

11º dia - quarentena da gratidão

Hoje tenho tanto que agradecer que deveria ter feito uma lista para não deixar nada pelo caminho...

 

Agradeço ao meu avô pela sua (sempre) presença na minha vida. Hoje faria 83 anos e eu o amo como se ainda eu fosse criança. Amo a sua pessoa, a sua estória, a sua tranquilidade, a sua bondade, os seus olhos azuis fortes e as suas mãos grossas de quem passou mais tempo no mar do que em terra sem nunca se deixar perder pelas maleitas da vida. Sempre, o meu avô me apresentou a esperança, os bons modos, e a alegria como fonte vital de princípios de uma vida bem-aventurada. A saudade essa transformou-se num enorme arco- iris onde estou grata por ter partilhado um tempo, um espaço e uma família com esse ser maravilhoso que me contava estórias de fomes e perdas onde reinava a confiança de um amanhã melhor. O meu avô salvou-me da pobreza humana do pensar pequeno, resgatou-me das malhas das carências da vida e antes de eu saber sonhar, já ele sonhava para mim um futuro feliz …  

 

Agradeço também hoje a um outro senhor, este nunca o conheci mas sem ele saber, povoa a minha alma, o Tio. Que neste dia de encarar os medos de frente tal e qual como fazem os forcados perante o bicho boi, pensei nele, e literalmente, agarrei-me a sua memória forte e corajosa de homem de luta e dei o primeiro passo.

 

Agradeço, a ti que estas a ler estas palavras por não perderes a esperança que posso ser uma melhor pessoa. E lutares comigo quando tudo o que quero é ficar sossegada e deixar o tempo passar.

 

Agradeço à Lígia por ao logo destes últimos 14 anos ter sido a pessoa que mais me obrigou a crescer. Graças a ela, muitas vezes não dormi e demasiadas vezes chorei, e tantas outras vezes pensei em desistir mas nada disso aconteceu. Só tornei mais forte, livre e seguro o meu grito de Ipiranga  

 (#‎quarentenadegratidão‬)

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