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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

reflexões de um sábado de verão de são martinho ...

Acreditar que só nos libertando do ego podemos alcançar a paz,

E só este pequeno ponto que parece insignificativo, deverá ser a motivação suficiente para enfrentar está dádiva de confronto entre o nosso ser e esse ego que tem a mania que manda.

Nunca foi tão forte a construção da minha realidade como é hoje, aqui e agora.

Nunca me senti tão ligada ao universo como neste momento, sem precisar de artefactos para ser feliz ou para justificar o meu caminho.

Nunca a vida irrompeu em mim como hoje, como um sopro celeste que me invade por inteiro deixando-me desarmada perante a maravilhosa experiência de estar viva, de acreditar, de deixar que cada raio de sol me toque com a subtileza natural de tudo o que é divino.

O ego, esse desventurado, esconde-se perante este manifesto de felicidade. Quando o silêncio nos invade, quando o outono nos toca, quando a lucidez nos contempla, o ego foge para longe. Foge para o lugar onde deveria sempre estar: distante de nós.

 

 

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Dia mundial da "mariquice" ...

Estes dias que sabem a felicidade preenchem-me por completo …

 

É como se cada passo que dou fosse um grito de alegria, liberdade e contemplação por esta escolha maravilhosa que fiz muito antes de eu ser eu …

 

É a certeza que a vida é maravilhosa, que a felicidade nasce dentro de cada um e se multiplica quando partilhada sem (modas e manias) com outro ser!

 

Quando isto acontece namoramos, e namorar é muito bom!!! Devemos sempre estar enamorados seja por nos, por um pormenor do dia, por uma canção ou pela pessoa que amamos …

 

O grande desafio desta vida (penso eu que ando em descobertas constantes) é sermos uns eternos namorados, felizes com a constatação diária que o bem-estar é algo muito simples sem filtros, sem truques e tão pouco presunções sobre como deve ser feito o caminho. Na verdade, o grande desafio é mantermo-nos o enamoramento depois do viveram “felizes para sempre…” manter a festa do reencontro longo dos anos, das estações, dos dias e dos meses …