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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

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Não sei, juro que não sei …

Ou se sei, remeto para um lugar escondido do meu ser esse saber e continuo a levar as mãos a cabeça sempre com o sentimento do “what a fuck!?!?!”.

Ou deixo de ver o sexo e cidade (por uns tempos) ou apanho o primeiro taxi para esse lugar escondido do meu ser ou mando tudo a merd@ ou ainda vendo o sofá, a casa, o carro e vou viajar pelo mundo.

Em qualquer destes “ou’s”  existe sempre a questão do  “porque” …

Voltou a dor, e já não deveria doer assim. Quando é que deixa de doer? Existe alguma regra básica de matemática que eu desconheça em que gostar de uma pessoa implica, de que tempos a tempos tenhamos uma dor extra para nos relembramos de que nada é perfeito? Não deveria ser o amor o salvador do mundo? Não deveria o sentimento de amar suficiente para não ter que voltar as fitas colas enroladas ao coração?

Mas que raio se passa no mundo? Onde é que eu me perdi ? Em que esquina manhosa eu vim parar onde acredito que (por mais parva que seja) que basta amar?