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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

A passagem, somente a passagem ...

  Quando se chega a uma cidade já conhecida, pouco existe que fazer.

 

A mala conhece tão bem as ruas como os meus passos …

 

Os museus já foram visitados, os lugares indicados pelos guias e afins,

 

Foram já previamente frequentados! Torna-se então espontâneo re-descobrir,

 

 Que é no conversar com as “criaturas” locais a maneira ideal de conhecer realmente um lugar…

 

De criatura para criatura Madrid deu-me entre outras coisas para dormir a sesta no jardim publico!!

 

 

 

o tempo que vai daqui para ai

 

 

É um tempo não reservado nem tão pouco classificado …

 

Não é tempo vencido mas fatigado !!!

 

A demora do abraço, da reacção, do olhar

 

Faz com este tempo (incerto) pareça eterno …

 

Ah tempo oscilante, bola de brincar de deuses e deusas do Olimpo velhinho

 

Gasto em literaturas menos dignas de livretes de sete e quinhentos reis,

 

Galga a vedação, solta-te do número, liberta-te do ponteiro,

 

Do calendário, do almanaque, do anuário …

 

Deixa os (e)namorados viverem (aquilo que não sabem que é efémero)

 

 E acautela bem a tua missão de levar a bom porto este corpo de marinheira de água doce...