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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Para lá da linha imaginaria do fim do mundo...

 

 

No fim do mundo (seja onde ele for)…

 

Lá bem longe, onde as saudade não chegam, onde os mapas não existem,

 

Onde as coordenadas GPS não nos levam a lado algum…

 

Nesse lugar com vista para o oceano, para lá de tudo o que se conhece,

 

Guardo os meus segredos, sem chaves ou códigos ou algo parecido …

 

Guardo-os em cada passo que dou em cada suspiro mais fundo,

 

Em cada olhar demorado para um horizonte livre!!! Tão livre como eu …

 

 

relação com o papel

Meu querido diário!!!

 

Ao longo destes anos (anos que perdi a conta) em que te venho a escrever, muitas vezes penso a razão de nunca nos termos encontramos pessoalmente?

Cara a cara como devem ser as relações bem à seria…

 

Porque razão nunca saímos fora do papel?!?!

 

Contudo, gosto (e gosto igualmente bem a seria) desta nossa conexão de papel, caneta, sono e desabafos … Gosto da relação sem pressas, tranquila, sem julgamentos, sem confortos directos a queima-roupa. Gosto da nossa liberdade de ser, de estar de respirar, (e de passear)

 

Passo meses sem te escrever, por vezes olho-te e penso que tenho de te garatujar, fazer uns rabiscos em forma de letra …

todavia a nossa relação não é feita de garatujas e muito menos gatafunhos tardios e a más horas.

 

A escrita fica suspensa, para um outro dia onde haja menos cansaço !!!

 

Tu, tu meu querido não me censuras, ficas quieto num silêncio puro quase em meditação a minha espera, à espera de uma noite com sono moderado e alguma inspiração, uma noite em que te abra e te diga – Gosto de ti!!! Voltando a estar em sintonia. Como hoje …