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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Não sei não ser e nem tão pouco fingir que sou algo inventado …

Não sei não ser e nem tão pouco fingir que sou algo inventado …

Sou um misto de emoções e guardo o essencial num sitio protegido da erosão dos tempos e das pressas quotidianas que nos tentam persuadir a ser algo fora de nos, longe do mim e do eu, afastado da nossa mais intima natureza para assim sem resistências fazermos parte do rebanho que alimentam os consumos.

Este caminho solidário, que vai nos leva de nos a nos, em nada é fácil …

Em nada é simples ou básico ou elementar !!!

 Vendem-se formulas, livros, ervas e velas, cursos e terapias juntamente com promessas de paz e amor (es) eternos… vendem-se bilhetes de viagens (sem portagens) ao mais intimo do ser… tudo é vendido, consumido, negociado  ate a exaustão do ultimo cêntimo !!!

O essencial é amar, mas como saber que estamos a amar bem? Existe um amar bem ou um amar menos bem?  Não sei, dizia eu hoje cedo; não sei.

Só sei que existe um bem estar dentro de cada um de nos que não pode ser comprado por nenhuma moeda e não tem cambio realizável…

Quando estamos no caminho certo, seja ele qual for, tenha ele a coordenada que tiver, seja a sul ou a norte, seja aqui ou ali… quando estamos no caminho autêntico, vai transbordar em nos um bem estar jamais consigo sob falsas aparências.

Respiramos como na primeira vez e cada inspiração é sempre uma primeira vez, deixamos de ver as marcas dos objectos e passamos somente a observar o objecto, a cor, a textura e a forma. Deixamos de ver classes sociais, cores de peles, ou crenças religiosas passamos a compreender que tudo são caminhos para diferentes essências…  

“O essencial é saber ver, saber ver sem estar a pensar (…)” quem sabe se Fernando (que é Pessoa) também não tenha pensando nisto?!?!


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