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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Os pensamentos vão e vem como se houvesse uma auto-estrada daqui ate ai …

Os pensamentos vão e vem como se houvesse uma auto-estrada daqui ate ai …

(…)

Juntamente com esses pensamentos andam como por arrastão todas as sensação a ti ligadas …

  E são tantas (mas tantas) que de vez em quando tenho de as catalogar!!! Tenho inevitavelmente de encontrar alguma organização no meio de tanto atropelo de beijos falados, escritos ou lambidos de mensagens tardias e a más horas de abraços escondidos e toques secretos juntamente com os sussurros íntimos de onde nascem verdadeiras alegorias ao amor!!!

Ai Camões, esse triste poeta!!! Tivesse ele amado assim jamais teria sido amargurado e mendigo…

Se Florbela (minha muito querida poetisa) tivesse acreditado um pouco mais, a narração da sua vida teria sido diferente e o dia 8 de Dezembro seria somente um dia de festa e não de perda!!!

Mudaram-se os tempos dizem os eruditos, esses que sabem o que escrevem …

Esses que entendem as histórias, as politicas, as geografias juntamente com as economias, filosofias e coisas como tais …

Mudaram-se os tempos, algo repetitivo infinitamente!!! Se mudaram?!?!? Sei lá eu … os cenários ganharam cores (assim como a televisão) e novos actos foram adicionados a narrativa maravilhosa da existência humana.

Se mudaram, muito pouco ou nada sei …

Acrescentaram novas palavras umas de ordem, outras nada para ai viradas…

Democracia, liberdade, autonomia, independência e de todas elas a que mais gosto – alforria!!!

Continuam todas elas a fazem parte das nossas utopias …

Ai poetas antigos de mesinhas de café no Rossio!!! Se vocês soubessem que o Amor ainda não foi devidamente descrito que a liberdade ainda não foi conquistada …

Voltariam todos do outro mundo para uma vez mais tentarem descrever aquilo (que eu sinto) e jamais poderá ser descrito – Amor e Liberdade