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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Os Sabores do Magusto

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Que amanhã possa ser novamente "São Martinho" ...

E caso isso não possa acontecer (questões de calendário) 

Que possamos sempre ter oportunidade para celebrar a vida com os amigos,!!!

 
 
#associaçãocasadocastelo; #pedagogiadoamor; #criançafeliz; #educaçãolivre;

 

 

36 anos em 36 palavras ...

Que a vida possa continuar assim, feliz, alegre, cheia, colorida, com paz e amor rodeia de bons amigos, convicções fortes, com certezas (nem sempre do que se quer) mas com certezas absolutas do que não quer.

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bicho gato ...

Este bicho gato Charrouco ainda não percebeu algumas coisas simples da vida de um felino.

Recado ao gato...

Aquela coisa estranha e peluda que surge de vez em quando em frente do teu nariz , chama-se rabo e faz parte da constituição do seu corpo (não é algo que surge para implicar contigo enquanto caminhas)

Ainda não entendes-te que a vassoura não é um instrumento do demónio para te infernizar mas sim para apanhar a terra que tu próprio espalhas (por toda a casa e arredores);

Tenho que te explicar uma vez mais que as cortinas não são árvores da floresta e que tu não é um macaco mas um gato;

Por último tenho a informa-te que definitivamente não és invisível (nada invisível) mesmo que te escondas atrás dos móveis, ou fiques imóvel quando passo por ti.

E lembrei-me agora, quando pestanejo não estou a meter-me comigo é algo que me acontece sem eu me dar conta, é inofensivo e não nem tão pouco quer dizer que estou pronta para atacar, brincar e/ou levar dentadas ...

Com amor desta tua amiga/dona/companheira ...

 you

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#lovecat; #liveproject; #happylife; #hamaisamorqueoutracoisa

Associação Casa do Castelo

Associação Casa do Castelo

É um local de estudos, de reflexões, de brincadeiras, de meditações, de conhecimentos, de imaginação e de práticas educativas que ajudarão as crianças e jovens a serem mais felizes, cientes da sua importância enquanto seres únicos, individuais e do seu contributo (fundamental) para que o mundo seja um lugar melhor. Com isto esperamos amplificar a consciência do aqui e do agora, vivenciando o momento presente em plena harmonia, fomentando o trabalho em comunidade e desta forma criar alicerces fortes de respeito próprio e do respeito pelo outro.

Uma Casa onde se aprender, onde cada criança/jovem se dar a conhecer, onde se ensina, onde se descobre, onde se cria, onde a pedagogia do Amor sustenta toda acção educativa.

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#acasadocastelo; #hamaisamorqueoutracoisa; #happylife

 

mensagem escrita antes do dia ser dia e de eu estar acordada.

Tudo a andar por aqui...

Afinal o caminho é feito a caminhar e pela primeira vez sinto-me livre e muito tranquila comigo própria!!!

Escravatura, nunca mais.

Temos a nossa carta de alforria nas mãos, conquistada com muito esforço, muito trabalho e muita dedicação!!!

Agora é aprender a ser livre, um dia de cada vez, com o mundo (inteiro) à nossa frente.

Liberdade ...

E  (de um dia para outro, depois de anos de muito trabalho) a liberdade que já existia dentro de mim, estendeu-se para fora do meu corpo …

 

Bendita, sejas tu liberdade entre os homens e as mulheres,

Bendita sejas tu liberdade (minha companheira) que habitas em mim e (finalmente) em tudo aquilo que me rodeia ...

Minha vida, minhas escolhas, meu direito/dever/prazer a ser feliz…

Escrevo porque a alma precisa de se expandir para além das formas tradicionais a que o corpo está habituado, preciso de sossegos para saber de onde vim, onde estou e para onde quero ir e principalmente preciso dos silêncios das manhas de domingo para me situar entre aquilo que o mundo espera de mim e aquilo que eu própria espero de mim. Por vezes ambos os interesses entram em escaramuças levando-me a harmonizar a razão e o coração num diálogo íntimo e profundo, afastado dos tempos preenchidos pelos meios de comunicação e das distracções comuns dos nossos dias.

 

Neste (re)encontro ou neste (re)equilíbrio, as palavras unem-se no salvamento da minha pessoa. Dão forma e fundamento aos sentimentos, utilizam as regras gramaticais e os tempos verbais para me situarem no aqui e no agora. Respiro fundo. Sai mais uma fornada de ideias (in)lógicas que são trabalhadas e sentidas ate ganharem a coerência entre todas as partes que me formam e me dão vida. Pois, eu sou composta por várias fracções de muitos eu(s), todos independentes e dependentes uns dos outros, onde o resultado é o grande EU.

 

Penso que este é o trabalho de uma vida. Organizarmo-nos interiormente enquanto seres humanos, para encontrar uma fórmula que vá ao encontro das nossas necessidades, que as apaziguo e as acalmem, que as tirem da sombra a que estão destinadas pelas filosofias e receitas milagrosas, do facilitismo do novo desenvolvimento pessoal que povoam as manchetes de uma sociedade feliz, que (na verdade) está cada vez mais infeliz.  

 

Escrever foi o caminho que encontrei em mim para levar luz a todo o meu ser. É a uma necessidade intrínseca de me acalmar, de recuperar o folgo, de me organizar e principalmente de registar os passos que dou neste caminho maravilhoso de ser feliz.

 

E as palavras continuam a brotar, quando começo a escrever abro uma torneira que alimenta uma fonte que por sua vez alimenta a minha alma. E se tenho medos? Sim, tenho medos, tantos que uns se rirem de outros e outros são demasiados austeros para se rirem e pouco são realmente sérios. Combato estes poucos medos sérios e sisudos com amor. Alguém dizia que o amor consegue tudo, chega a lugares únicos e mágicos onde todos estes medos que vos falo transformam-se em jardim de flores floridas ou em nuvens feitas de algodão doce. Durante anos li isto, durante tempos infinitos desejei encontrar este género de amor, e foi quando desisti e deitei fora os ideais sensacionalista criados por uma sociedade carente e sem sentido, que cheguei a esse amor pleno de harmonia, de confiança, de bem-estar que para além dos jardins floridos e das nuvens de algodão tem também a tranquilidade de se estar em plena comunhão connosco e com o outro. Os medos? Continuam a ser transformados ou em flores ou em nuvens ou ainda em gin tónico tomados ao final do dia neste Junho quente …

O que realmente é lindo é a felicidade …

 

Não me canso de ser feliz, de o fotografar, de o escrever e de o proclamar como se eu fosse Pessoa ou Fernando ou os dois neste dia que é dele e não meu.

 

Esta coisa de ser feliz a tempo inteiro faz com que eu desconheça os efeitos que estão em moda pelas praças, ignore os sons que fazem a banda passar e nem tão-pouco saiba do andamento dos ponteiros do relógio nem dos dias apressados do calendário, porque fiz a minha escolha de ser feliz como tendência oficial e permanente de vida.

 

Deitei fora todos os rótulos que me diziam aquilo que eu tinha que ser, que vestir, que dizer e que sentir. Criei um novo ser que dispensa apresentações, é único no seu estilo de escrita, de rir, de ouvir, de ler e de amar. É verdade, amar...

 

Aprendi a amar como realmente é o amar; livre (com asas), preguiçoso (nas tardes de sofá), simples ( e bondoso), prologando (risos) e feliz (muito).

 

Mas deixando o poeta, hoje é também dia do António, que é Santo e no meio de tanta personalidade fico baralhada entre o improviso da escrita e a oratória do discurso.

 

Seja a quem for dedicado o dia, que em todos eles nós possamos caminhar com sentido da nossa essência, tranquilos e em paz, fazendo de cada um deles uma celebração da vida, tomando consciência da nossa alma, não aquela que publicamos aos quatro ventos, mas sim aquela que está escondida e somente se vai relevando á medida que expandimos a nossa consciência.

 

 

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fotografia by @SensePhoto

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fotografia by @SensePhoto

 

 

 

lá por terras a norte

Podem os ventos mudar e as rotinas viram-se de cabeça para baixo.

Pode o mundo acontecer a passo largo ou seguir o ritmo do caracol e pode tudo o que tiver que acontecer, acontecer mesmo, que por aqui a alma mantêm-se em paz, em felicidade e em alegria.

Como me disse hoje uma amiga “nunca fui tão feliz como sou hoje no meio desta tempestade” …

Percebo-a tão bem... !!! Tudo acontece dentro de nos, e o modo como nos sentimos é da nossa responsabilidade. Assim como ela, também eu escolhi há muito ser feliz, e é uma escolha que mantenho-a diariamente entre as tais voltas e reviravoltas do mundo.

Os últimos dias foram passados em terras do norte, lá muito para cima onde nos diz a história que nasceu Portugal. E se a história esta correcta, Portugal nasceu numa cidade linda, entrelaçada por ruas antigas, belas e harmoniosas sem perder as características únicas de cidade berço da nação.  

Que bem que me sabe, ser feliz...

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fazer o que se gosta ...

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Gosto deste fazer que me oferece de presente uma alegria plena e tranquila, sem exageros da realidade onde se não tivermos atentos impera mais o ego do que a alma…

 

Efectivamente, quando fazemos aquilo que gostamos não existe tempo nem preocupações.

 

Existe sim, um encadeamento de sucessivas ideias que se desenrolam em prefeita harmonia com o nosso ser.

 

O resultado, isso depois logo de vê por agora é o prazer de ser, de acontecer, de amar o aqui e o agora.

 

As coisas que eu sei ...

Não sei das leis da natureza nem das físicas e nem tão pouco das químicas …

Desconheço por completo as teorias que fazem o mundo avançar e as matemáticas que se tornam normas que regem as disciplinas que nos são sujeitas.

Todo isso para mim é-me estranho, sabendo que apesar desta minha estranheza tais aplicações científicas são fundamentais para o funcionamento da vida. A culpa deste facto é dos livros, mais precisamente da poesia que me conquistou desde de cedo. Sempre fui mais apegadas as palavras do que aos números, por isso declamo poemas de trás para a frente e da frente para trás enquanto salto ao pé-coxinho enquanto com as tabuadas nem com os dois olhos abertos as consigo saber.

As minhas leis são de outra origem, tem outra fonte de nascimento e procuram caminhos mais ligados ao coração do que à razão. Que me desculpei os catedráticos, e os doutores de bata branca, por aqui habita uma ciência mais de conexão de mim com o mundo e do mundo comigo. E se as vezes ando meio confusa neste meu universo íntimo é culpa dos astros e dos comentas que passam sem avisar deixando tudo e todos em alvoroço.

A verdade é que já vi números salvar muitas vidas, mas também é tão verdade já vi poesia salvar muitas almas …

era uma vez uma contadora de estórias que por acaso sou eu ...

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Se existe algo que eu adoro, é ser contadora de estórias !!!

O "era uma vez", abre-me portas e janelas, deixo de ser gente, e passo a ser contadora de estórias, aquela que guarda todos os segredos que povoam a frase "era uma vez" ...

Os adultos fazem de conta que não se deixam contagiar, as crianças ficam pasmadas e eu deliciada de ser observadora deste mundo incrível onde a palavra contada é multiplicada, deixando em cada ouvinte uma semente de esperança e de amor.