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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

começou em 2010 o tal há mais amor que outra coisa ...

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Nasceu devagarinho, apesar de eu saber que a coisa era séria, forte e muito profunda ...

Foi acontecendo, de mão na mão, olho no olho e tantas vezes pé enrolado no pé!!!

Uns dizem que é assim que estas coisas do acontecem, (normalmente, os poetas)

Outros admiram-se e sorriem na esperança de tentar perceber como tal é possível.

Cá para mim, no meu entender de miúda é tudo muito simples …

Começa pela contemplação da beleza de conhecer um outro ser (todos os dias), sem (as tradicionais) ideias preconcebidas de como as coisas funcionam ou de como devem funcionar segundo os parâmetros que estão mais na moda.

Trata-se de uma conversa diária de espírito com espíritos, sem adornos ou intuitos maliciosos de controlar ou erguer egos.

E depois, bem, depois é um trabalho individual permanente connosco, de construção do nosso Ser, de aprendizagens constantes de perceber que quanto mais amamos, mas amor temos para dar e tudo somado e misturado é a felicidade num estado puro, de encantamento e de aceitação da vida.

7 anos (oficiais) a amar(te) pois acredito, que sempre amei(te) porque sempre soube que existias.

 

dia mundial da criança (todos os dias)

Educar começa pela descoberta emocionante de quem somos, de onde vimos e para onde queremos ir ...

Tive o privilégio de ter uma infância feliz, cheia de amor, de família, de tempos de sossegos e descobertas, onde me pude encontrar e desvendar o mundo à minha volta.

Talvez por isso, hoje ainda seja um pouco como a criança da foto, de sorriso fácil, acreditando que o momento melhor é o aqui e agora, e o sonhos são o terreno fértil para se construir a felicidade.

 

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#educaçãolivre; #criançafeliz; #criançapensa

 

Happy Life

 

 

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Na mais pura forma de ser, na mais profunda vontade de viver e de acreditar na vida ...

Eu, cheguei ao lugar onde sempre desejei estar...

O que estava dentro de mim, transbordou-me criando à minha volta um tempo e um espaço de harmonia, de paz, de alegria e muita felicidade ...

 

 

 

 

 

 

Os meus livros ...

Dentro de mim existem todos os títulos dos livros que vou escrever um dia …

 

- A mulher que contava estórias para os gatos

 

- O amor sem tempo

 

- A fé de acreditar no invisível

 

- Os meus 37 anos

 

- O livro sem titulo porque a estória é prefeita. 

Pedagogia do amor com sabor a fogaças

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Uma manhã fabulosa na companhia da Leonor Reynaud com sabores e saberes que se misturam com brincadeiras e com risos das crianças e dos adultos!!!

 

Estamos gratas à vida, aos amigos, aos sonhos que nos fazem caminhar com segurança e com a certeza que a pedagogia do amor desta Casa do Castelo faz milagres ...

 

Para a Leonor um abraço gigante, um beijinho ainda maior esta casa é sua e para nós é um prazer partilha-la consigo.

 

#associaçãocasadocastelo; #pedagogiadoamor;#criançafeliz; #educaçãolivre;

 

queria eu ser ...

                                                                                  Querida eu ser mar,                                                                                Quando descobri que já sou oceano.

 

                                                                                 Queria eu ser estrela,                                                                                    Quando descobri que já sou universo.

 

Queria eu ser gente,
Quando descobri que já sou humanidade.

 

Queria eu ser grande,
Quando descobri que já sou gigante.

 

Queria eu ser pássaro,
Quando descobri que já sou céu.

 

Queria eu ser chuva,
Quando descobri que já sou tempestade.

 

                                                                                 Queria eu ser sol,                                                                                         Quando descobri que já sou Verão.

 

 

Queria eu ser apaixonada quando descobri que sou toda eu feita de amor.

E que o amor é a vida que me faz sempre querer Ser.

Ando assim de querer em querer sabendo desde de sempre que já sou um todo em comunhão com o tudo.

 

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A felicidade de ser somente feliz

É daquelas coisas que não se pode explicar ...

As palavras ficam preguiçosas, moles e deixam-se ficar sossegadas, saboreando o tempo de paz!!

É isso mesmo, estou a viver pela primeira vez na minha vida um tempo de paz, sem tratados, ou culpas, somente vivendo e saboreando esta dádiva que conquistei. 

Soares, o padrinho do meu pai ...

 

Esta coisa de se ter sido uma criança sonhadora e livre pode ter realmente alguns episódios dignos de embaraço agora que somos todos adultos e cheios de manias e boas maneiras. Todavia, resgatar a nossa infância (com todos os episódios embaraçosos que uma boa infância deve ter), cá para mim é umas das tarefas que mais coragem nos exige.

 

Quando a minha idade não chegava nem perto da meia dúzia eu acreditava fortemente que o Mário Soares era o padrinho do meu pai (mais uma figura pública que fazia parte da minha família). A minha avó Fátima, mãe do meu pai era socialista e falava tanto do Mário Soares lá por casa que me habituei tanto a ele como à minha tia Rosa (irmã da minha avó que vivia no Algarve e só a via de tempos a tempos quando o rei fazia anos ou quando o natal se aproximava). Desta maneira não podia esperar que esse padrinho que até era Presidente da República, com tanto trabalho a tomar conta do país tivesse tempo, disponibilidade e feitio para nos visitar em Sesimbra.

 

Penso eu, (agora que a idade avançou um bocado) que este laço familiar foi criado porque o meu avô paterno sempre foi uma incógnita na minha vida de criança, mais parecido a um buraco negro, não existia mas também não havia registo de óbito da personagem o que me dava um terreno fértil para a minha mente imaginativa criar esta estória fabulosa. E foi isso mesmo que aconteceu. Algures lá trás nos anos 80, numa das muitas tardes que passava em casa da minha avó, ela terá certamente (e como era habito) enaltecido a bondade, a benevolência, a generosidade, a nobreza do presidente para com os pobres, agora que escrevo estas palavras consigo a vê-la sentada no sofá em frente à televisão em 1986 a dizer “Soares é fixe”. E assim nasceu Soares o fixe, que era tão fixe que podia ser o padrinho dos meninos que não tinham pais. Não ganhei um avô (já tinha um que me enchia o coração), ganhei uma estória que me enchia de orgulho, havia alguém (real) que tomava conta dos meninos pobres sem pais, os amparava e os ajudava e isso bastou-me para me juntar aos crescidos nos festejos quando o senhor /padrinho ganhou as eleições. Com esta fantasia consegui proteger o meu pai do abandono, da fome, da miséria e dei-lhe o conforto que ele nunca teve em criança.

 

Anos mais tarde fiquei a saber a estória do avô mistério, mas o padrinho ficou-me para sempre. Isto é, até hoje.

O nosso tio George Michael ...

Quando eu era mais pequena do que tamanho que sou agora, (ainda os anos 80 estavam nos seus inícios) pensava eu, que George Michael era meu tio. Não sei quem terá dito tal coisa, (sempre responsabilizei a minha prima por esta invenção) mas a verdade é que acreditei deste parentesco com toda a alma e com todo o coração.

A minha família sempre foi grande e sempre andou espalhada por todo o lado. Talvez seja por isso que nunca questionei a veracidade deste tio distante que fazia parte das nossas tardes de sábado e confesso (aqui para nós) que ter um tio famoso enchia-me de satisfação e orgulho.

A certeza era tão vincada que em sonhos imaginava esse tio a descer a Serra da Arrábida para nos visitar. Porque na minha cabeça de criança no outro lado da Serra da Arrábida ficava as terras das Américas que apareciam em filmes que eu via em casa dos meus avôs. Quando se é criança o mundo é tamanho do nosso corpo mas a imaginação não tem limites.

Tudo se tornava ainda mais real, porque todos os anos, no aniversário deste tio eu e a minha prima (culposa destas ideias) entre tostões guardado e outros rapinados à socapa, comprávamos um bolo de arroz, colocava-mos uma vela, cantávamos os parabéns em inglês (para assim o tio perceber, porque como vivia há muitos anos fora já não se lembrava do Português) e deixávamos o vento apagar a vela.

Os anos passaram, o meu corpo acompanhou a minha idade, mas o tio ficou sempre nosso tio. Tornou-se assim, ele banda sonora das nossas infâncias e motivo de gargalhas sempre que relembramos estas e outras estórias.

Em 2007, fomos todos a Coimbra para o ver e lembro-me que ao tempo senti que tinha realizado um sonho. Não por ver um concerto, mas por estar com os meus primos, por ter estórias de uma infância feliz, alegre, onde houve a liberdade de acreditar que tinha um tio cantor e principalmente ter (sempre) ao meu lado pessoas prontas a sonhar e a fazer sonhar.

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Nós em Coimbra, 2007 

 

Os Sabores do Magusto

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Que amanhã possa ser novamente "São Martinho" ...

E caso isso não possa acontecer (questões de calendário) 

Que possamos sempre ter oportunidade para celebrar a vida com os amigos,!!!

 
 
#associaçãocasadocastelo; #pedagogiadoamor; #criançafeliz; #educaçãolivre;

 

 

36 anos em 36 palavras ...

Que a vida possa continuar assim, feliz, alegre, cheia, colorida, com paz e amor rodeada de bons amigos, convicções fortes, com certezas (nem sempre do que se quer) mas com certezas absolutas do que não quer.

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bicho gato ...

Este bicho gato Charrouco ainda não percebeu algumas coisas simples da vida de um felino.

Recado ao gato...

Aquela coisa estranha e peluda que surge de vez em quando em frente do teu nariz , chama-se rabo e faz parte da constituição do seu corpo (não é algo que surge para implicar contigo enquanto caminhas)

Ainda não entendes-te que a vassoura não é um instrumento do demónio para te infernizar mas sim para apanhar a terra que tu próprio espalhas (por toda a casa e arredores);

Tenho que te explicar uma vez mais que as cortinas não são árvores da floresta e que tu não é um macaco mas um gato;

Por último tenho a informa-te que definitivamente não és invisível (nada invisível) mesmo que te escondas atrás dos móveis, ou fiques imóvel quando passo por ti.

E lembrei-me agora, quando pestanejo não estou a meter-me comigo é algo que me acontece sem eu me dar conta, é inofensivo e não nem tão pouco quer dizer que estou pronta para atacar, brincar e/ou levar dentadas ...

Com amor desta tua amiga/dona/companheira ...

 you

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#lovecat; #liveproject; #happylife; #hamaisamorqueoutracoisa

Associação Casa do Castelo

Associação Casa do Castelo

É um local de estudos, de reflexões, de brincadeiras, de meditações, de conhecimentos, de imaginação e de práticas educativas que ajudarão as crianças e jovens a serem mais felizes, cientes da sua importância enquanto seres únicos, individuais e do seu contributo (fundamental) para que o mundo seja um lugar melhor. Com isto esperamos amplificar a consciência do aqui e do agora, vivenciando o momento presente em plena harmonia, fomentando o trabalho em comunidade e desta forma criar alicerces fortes de respeito próprio e do respeito pelo outro.

Uma Casa onde se aprender, onde cada criança/jovem se dar a conhecer, onde se ensina, onde se descobre, onde se cria, onde a pedagogia do Amor sustenta toda acção educativa.

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#acasadocastelo; #hamaisamorqueoutracoisa; #happylife