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Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Fabuleux destin d'Ana

Não existe lugar para o acaso ...

Ontem foi dia ...

Ontem foi dia de me deixar levar pela voz, energia, força, garra e alegria de Maria Bethânia …

 

O melhor presente não de aniversário, pois isso já aconteceu a semana passada, mas sim, um dos melhor presente da minha vida.

 

Mais de trinta anos para a encontrar e me deixar arrebatar  pela vida que pulsa entre a harmonia de uma voz e uma batida que mais parecia a batida do meu coração.

 

Ela cantou-me e eu agarrei com força a mão que segurava a minha, pois todo o meu caminho ate agora, foi para chegar ali, aquela plateia – G a O, número 1 e número 3.

 

Entre as lágrimas que me escorriam pela cara, entre o sorriso largo e pé que marcava o ritmo afinado da minha parte, agradeci ao universo a tamanha felicidade que brotava dentro de mim tendo a certeza que ao meu lado estava a única pessoa com quem me quero partilhar.

 

Saravah ...

 

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#educaçãolivre#comunidadeeducativa

#criançapensa#associaçãocasadocastelo#pedagogiadoamor

#criançafeliz#hamaisamorqueoutracoisa

 

37, 37 voltas ao sol ( e ainda não estou tonta) !!!

Tonta não estou, porque escolhi ser feliz ...

Uma escolha consciente e com muita determinação que me fizeram chegar ao dia de hoje com este sorriso e esta certeza absoluta que "o caminho também é um lugar".

 

O caminho do aqui e do agora !!!

 

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365 dias da Casa do Castelo

Um ano da Associação Casa do Castelo !!!

 

Tanta coisa boa !!! Tanto trabalho !!! Tanta certeza !!! Tanta fé !!!

Tanto amor !!!Tanto acreditar !!! Tanto empenho!!! Tanto salto !!!

Tanto empurrar!!! Tanto sorriso!!! Tanta gargalhada!!! Tantas estórias!!!

Tantas horas extras !!! Tanta luta !!! Tanto recebimento!!! Tantos amigos!!!

Tantos dias, mais precisamente 365 ...

 

Uauuuu, a Casa do Castelo, a comunidade educativa que nasceu do querer e do acreditar que a educação pode

ser/ deve ser diferente, celebra o seu primeiro aniversário. É balança (como eu) e continuamos a crescer ...

 

E com ela, eu aprendo, cresço e celebro a vida diariamente ...

 

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Charroco, a personagem ...

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A personagem principal das estórias infantis que por aqui nascem ... !!!

"(...) O charroco gato esse, safou-se porque conseguiu escapulir-se para junto das galinhas que dormitavam na capoeira , mas nem essas escaparam à fúria dos asas pretas que de tempos a tempos em voos alucinantes lhe apoquentam levando-as à loucura. (...)"

 

#educaçãolivre#criançafeliz#criançapensa#pedagogiadoamor;

#comunidadeeducativa#lifeproject#behappy#befree#lovecat#happylife

 

começou em 2010 o tal há mais amor que outra coisa ...

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Nasceu devagarinho, apesar de eu saber que a coisa era séria, forte e muito profunda ...

Foi acontecendo, de mão na mão, olho no olho e tantas vezes pé enrolado no pé!!!

Uns dizem que é assim que estas coisas do acontecem, (normalmente, os poetas)

Outros admiram-se e sorriem na esperança de tentar perceber como tal é possível.

Cá para mim, no meu entender de miúda é tudo muito simples …

Começa pela contemplação da beleza de conhecer um outro ser (todos os dias), sem (as tradicionais) ideias preconcebidas de como as coisas funcionam ou de como devem funcionar segundo os parâmetros que estão mais na moda.

Trata-se de uma conversa diária de espírito com espíritos, sem adornos ou intuitos maliciosos de controlar ou erguer egos.

E depois, bem, depois é um trabalho individual permanente connosco, de construção do nosso Ser, de aprendizagens constantes de perceber que quanto mais amamos, mas amor temos para dar e tudo somado e misturado é a felicidade num estado puro, de encantamento e de aceitação da vida.

7 anos (oficiais) a amar(te) pois acredito, que sempre amei(te) porque sempre soube que existias.

 

dia mundial da criança (todos os dias)

Educar começa pela descoberta emocionante de quem somos, de onde vimos e para onde queremos ir ...

Tive o privilégio de ter uma infância feliz, cheia de amor, de família, de tempos de sossegos e descobertas, onde me pude encontrar e desvendar o mundo à minha volta.

Talvez por isso, hoje ainda seja um pouco como a criança da foto, de sorriso fácil, acreditando que o momento melhor é o aqui e agora, e o sonhos são o terreno fértil para se construir a felicidade.

 

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#educaçãolivre; #criançafeliz; #criançapensa

 

Happy Life

 

 

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Na mais pura forma de ser, na mais profunda vontade de viver e de acreditar na vida ...

Eu, cheguei ao lugar onde sempre desejei estar...

O que estava dentro de mim, transbordou-me criando à minha volta um tempo e um espaço de harmonia, de paz, de alegria e muita felicidade ...

 

 

 

 

 

 

Os meus livros ...

Dentro de mim existem todos os títulos dos livros que vou escrever um dia …

 

- A mulher que contava estórias para os gatos

 

- O amor sem tempo

 

- A fé de acreditar no invisível

 

- Os meus 37 anos

 

- O livro sem titulo porque a estória é prefeita. 

Pedagogia do amor com sabor a fogaças

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Uma manhã fabulosa na companhia da Leonor Reynaud com sabores e saberes que se misturam com brincadeiras e com risos das crianças e dos adultos!!!

 

Estamos gratas à vida, aos amigos, aos sonhos que nos fazem caminhar com segurança e com a certeza que a pedagogia do amor desta Casa do Castelo faz milagres ...

 

Para a Leonor um abraço gigante, um beijinho ainda maior esta casa é sua e para nós é um prazer partilha-la consigo.

 

#associaçãocasadocastelo; #pedagogiadoamor;#criançafeliz; #educaçãolivre;

 

queria eu ser ...

                                                                                  Querida eu ser mar,                                                                                Quando descobri que já sou oceano.

 

                                                                                 Queria eu ser estrela,                                                                                    Quando descobri que já sou universo.

 

Queria eu ser gente,
Quando descobri que já sou humanidade.

 

Queria eu ser grande,
Quando descobri que já sou gigante.

 

Queria eu ser pássaro,
Quando descobri que já sou céu.

 

Queria eu ser chuva,
Quando descobri que já sou tempestade.

 

                                                                                 Queria eu ser sol,                                                                                         Quando descobri que já sou Verão.

 

 

Queria eu ser apaixonada quando descobri que sou toda eu feita de amor.

E que o amor é a vida que me faz sempre querer Ser.

Ando assim de querer em querer sabendo desde de sempre que já sou um todo em comunhão com o tudo.

 

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A felicidade de ser somente feliz

É daquelas coisas que não se pode explicar ...

As palavras ficam preguiçosas, moles e deixam-se ficar sossegadas, saboreando o tempo de paz!!

É isso mesmo, estou a viver pela primeira vez na minha vida um tempo de paz, sem tratados, ou culpas, somente vivendo e saboreando esta dádiva que conquistei. 

Soares, o padrinho do meu pai ...

 

Esta coisa de se ter sido uma criança sonhadora e livre pode ter realmente alguns episódios dignos de embaraço agora que somos todos adultos e cheios de manias e boas maneiras. Todavia, resgatar a nossa infância (com todos os episódios embaraçosos que uma boa infância deve ter), cá para mim é umas das tarefas que mais coragem nos exige.

 

Quando a minha idade não chegava nem perto da meia dúzia eu acreditava fortemente que o Mário Soares era o padrinho do meu pai (mais uma figura pública que fazia parte da minha família). A minha avó Fátima, mãe do meu pai era socialista e falava tanto do Mário Soares lá por casa que me habituei tanto a ele como à minha tia Rosa (irmã da minha avó que vivia no Algarve e só a via de tempos a tempos quando o rei fazia anos ou quando o natal se aproximava). Desta maneira não podia esperar que esse padrinho que até era Presidente da República, com tanto trabalho a tomar conta do país tivesse tempo, disponibilidade e feitio para nos visitar em Sesimbra.

 

Penso eu, (agora que a idade avançou um bocado) que este laço familiar foi criado porque o meu avô paterno sempre foi uma incógnita na minha vida de criança, mais parecido a um buraco negro, não existia mas também não havia registo de óbito da personagem o que me dava um terreno fértil para a minha mente imaginativa criar esta estória fabulosa. E foi isso mesmo que aconteceu. Algures lá trás nos anos 80, numa das muitas tardes que passava em casa da minha avó, ela terá certamente (e como era habito) enaltecido a bondade, a benevolência, a generosidade, a nobreza do presidente para com os pobres, agora que escrevo estas palavras consigo a vê-la sentada no sofá em frente à televisão em 1986 a dizer “Soares é fixe”. E assim nasceu Soares o fixe, que era tão fixe que podia ser o padrinho dos meninos que não tinham pais. Não ganhei um avô (já tinha um que me enchia o coração), ganhei uma estória que me enchia de orgulho, havia alguém (real) que tomava conta dos meninos pobres sem pais, os amparava e os ajudava e isso bastou-me para me juntar aos crescidos nos festejos quando o senhor /padrinho ganhou as eleições. Com esta fantasia consegui proteger o meu pai do abandono, da fome, da miséria e dei-lhe o conforto que ele nunca teve em criança.

 

Anos mais tarde fiquei a saber a estória do avô mistério, mas o padrinho ficou-me para sempre. Isto é, até hoje.

O nosso tio George Michael ...

Quando eu era mais pequena do que tamanho que sou agora, (ainda os anos 80 estavam nos seus inícios) pensava eu, que George Michael era meu tio. Não sei quem terá dito tal coisa, (sempre responsabilizei a minha prima por esta invenção) mas a verdade é que acreditei deste parentesco com toda a alma e com todo o coração.

A minha família sempre foi grande e sempre andou espalhada por todo o lado. Talvez seja por isso que nunca questionei a veracidade deste tio distante que fazia parte das nossas tardes de sábado e confesso (aqui para nós) que ter um tio famoso enchia-me de satisfação e orgulho.

A certeza era tão vincada que em sonhos imaginava esse tio a descer a Serra da Arrábida para nos visitar. Porque na minha cabeça de criança no outro lado da Serra da Arrábida ficava as terras das Américas que apareciam em filmes que eu via em casa dos meus avôs. Quando se é criança o mundo é tamanho do nosso corpo mas a imaginação não tem limites.

Tudo se tornava ainda mais real, porque todos os anos, no aniversário deste tio eu e a minha prima (culposa destas ideias) entre tostões guardado e outros rapinados à socapa, comprávamos um bolo de arroz, colocava-mos uma vela, cantávamos os parabéns em inglês (para assim o tio perceber, porque como vivia há muitos anos fora já não se lembrava do Português) e deixávamos o vento apagar a vela.

Os anos passaram, o meu corpo acompanhou a minha idade, mas o tio ficou sempre nosso tio. Tornou-se assim, ele banda sonora das nossas infâncias e motivo de gargalhas sempre que relembramos estas e outras estórias.

Em 2007, fomos todos a Coimbra para o ver e lembro-me que ao tempo senti que tinha realizado um sonho. Não por ver um concerto, mas por estar com os meus primos, por ter estórias de uma infância feliz, alegre, onde houve a liberdade de acreditar que tinha um tio cantor e principalmente ter (sempre) ao meu lado pessoas prontas a sonhar e a fazer sonhar.

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Nós em Coimbra, 2007